bem vindo!!... fique a vontade! a casa é sua.. mas quando sair apague a luz e feche a porta! =D
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Festival da Cultura de Bocaiuva 2010: Já estão abertas as inscrições para o Festival da ...
Festival da Cultura de Bocaiuva 2010: Já estão abertas as inscrições para o Festival da ...: "Já estão abertas as inscrições para o Festival da Canção que será realizado dentro do Segundo Festival da Cultura de Bocaiuva. O Festival da..."
domingo, 15 de agosto de 2010
eu defenestro, você defenestra, nós defenestramos...
Certas palavras têm o significado errado. Falácia, por exemplo, devia ser o nome de alguma coisa vagamente vegetal. As pessoas deveriam criar falácias em todas as suas variedades. A Falácia Amazônica. A misteriosa Falácia Negra. Hermeneuta deveria ser o membro de uma seita de andarilhos herméticos. Onde eles chegassem, tudo se complicaria. - Os hermeneutas estão chegando! - Ih, agora é que ninguém vai entender mais nada... Os hermeneutas ocupariam a cidade e paralisariam todas as atividades produtivas com seus enigmas e frases ambíguas. Ao se retirarem deixariam a população prostrada pela confusão. Levaria semanas até que as coisas recuperassem o seu sentido óbvio. Antes disso, tudo pareceria ter um sentido oculto. - Alo... - O que é que você quer dizer com isso? Traquinagem devia ser uma peça mecânica. - Vamos ter que trocar a traquinagem. E o vetor está gasto. Plúmbeo devia ser um barulho que o corpo faz ao cair na água. Mas nenhuma palavra me fascinava tanto quanto defenestração. A princípio foi o fascínio da ignorância. Eu não sabia o seu significado, nunca lembrava de procurar no dicionário e imaginava coisas. Defenestrar devia ser um ato exótico praticado por poucas pessoas. Tinha até um certo tom lúbrico. Galanteadores de calçada deviam sussurrar no ouvido das mulheres: - Defenestras? A resposta seria um tapa na cara. Mas algumas... Ah, algumas defenestravam. Também podia ser algo contra pragas e insetos. As pessoas talvez mandassem defenestrar a casa. Haveria, assim, defenestradores profissionais. Ou quem sabe seria uma daquelas misteriosas palavras que encerravam os documentos formais? "Nestes termos, pede defenestração..." Era uma palavra cheia de implicações. Devo até tê-la usado uma ou outra vez, como em: - Aquele é um defenestrado. Dando a entender que era uma pessoa, assim, como dizer? Defenestrada. Mesmo errada, era a palavra exata. Um dia, finalmente, procurei no dicionário. E aí está o Aurelião (dicionário do Aurélio Buarque) que não me deixa mentir. ¿ Defenestração¿ vem do francês ¿defenestration¿. Substantivo feminino. Ato de atirar alguém ou algo pela janela. Ato de atirar alguém ou algo pela janela! Acabou a minha ignorância mas não a minha fascinação. Um ato como este só tem nome próprio e lugar nos dicionários por alguma razão muito forte. Afinal, não existe, que eu saiba, nenhuma palavra para o ato de atirar alguém ou algo pela porta, ou escada abaixo. Por que, então, defenestração? (...) Quem entre nós nunca sentiu a compulsão de atirar alguém ou algo pela janela? A basculante foi inventada para desencorajar a defenestração. Toda a arquitetura moderna, com suas paredes externas de vidro reforçado e sem aberturas, pode ser uma reação inconsciente a esta volúpia humana, nunca totalmente dominada. Na lua-de-mel, numa suíte matrimonial no 17º andar. -Querida... -Mmmm? - Há uma coisa que preciso lhe dizer... -Fala, Amor -Sou um defenestrador. E a noiva, em sua inocência, caminha para a cama: Estou pronta para experimentar tudo com você! TUDO! Uma multidão cerca o homem que acaba de cair na calçada. Entre gemidos, ele aponta para cima e babulcia: - fui defenestrado... Alguém comenta: - Coitado. E depois ainda atiraram ele pela janela? Agora mesmo me deu uma estranha compulsão de arrancar o papel da máquina, amassá-lo e defenestrar esta crônica. Se ela sair é porque resisti. Crônica - Luís Fernando Veríssimo
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Ah!...

Ok, estou tentando voltar a ter sentimentos... ‘encontrei’ um blog que há muito não é atualizado, assim como este que vocês leem [que bom que a reforma ortográfica acabou com esse maldito acento, né?], daí vi um texto, gostei e, descaradamente, copiei. rs
Há quem apoie o Pierrot, há quem se identifique com o Arlequim, mas vamos deixar a Colombina falar para ver o que ela quer da vida:
"Pudesse eu repartir-me e encontrar minha calma dando a Arlequim meu corpo e a Pierrot a minh’alma! Quando tenho Arlequim, quero Pierrot tristonho, pois um dá-me o prazer, o outro dá-me o sonho!Nessa duplicidade o amor todo se encerra: um me fala do céu... outro fala da terra!Eu amo, porque amar é variar, e em verdade toda a razão do amor está na variedade...Penso que morreria o desejo da gente, se Arlequim e Pierrot fossem um ser somente,porque a história do amor pode escrever-se assim: Um sonho de Pierrot, um beijo de Alerquim! "*imagem: Cris vector
=]
domingo, 13 de junho de 2010
é.. voltei.
... Okay! Primeiro post de 2010.
Tá bom, já sei que eu disse que iria postar algo... mas sei lá.. antes a desculpa era de que a facul tomava todo o tempo, mas e agora? É, sou enrolada, já sei.
Estou ouvindo Wagner Moura cantar Creep, até bom.. ficou brega, beem brega, mas é o Wagner Moura, né?! aiai...
Ontem foi dia dos namorados e eu fui comemorar num aniversário de criança. Ir em festas infantis é beem divertido, principalmente quando é no dia dos namorados e não se tem um namorado para gastar dinheiro comemorar.
E a Copa do mundo começou... até começo a gostar de futebol mas não tenho paciência para ver três jogos seguidos... credo! Sensação enorme de tempo perdido... CALA BOCA GALVAO está entre os TTWorld no Twitter e os ‘gringos’ acham que é o novo single da Lady Gaga ou que Galvão é o nome de uma ave em extinção [http://tinyurl.com/394q4k2], pasmem! Se bem que... melhor seria se o Galvão entrasse em extinção de vez, né?
Enfim... vou escrever mais.
Prometo.
E os próximos terão sentido, assim como me (des)ensinaram na faculdade.
=]
sexta-feira, 27 de março de 2009
Atualizações
Tá bom, tá bom!
Sei que preciso atualizar isso aqui de vez enquando.
Mas é que as vezes me falta, faltam palavras, faltam idéias, falta inspiração.
Acho que a famosa luz está apagada.
Irei acendê-la.
Prometo!
Até daqui a pouco!
sábado, 12 de abril de 2008
Você descrita em meia dúzia de palavras bonitas e algo mais:
Complexa
Amável
Verdadeira
Incomparável
Esperta
Sensível
Passe novamente com seus longos cabelos formado de anéis, com seu jeito vezes introvertido, vezes engraçado; passe com seu ar esnobe que me fascina.
Sabe ser sarcástica como ninguém. A ironia negra, escondida por entre os risos, flui clara e repetidamente em cada comentário ferrenho, na hora de piadas e graças. Mas isso não deturpa sua beleza, não fere a minha idolatria.
Única e completa na verdade e nas mentiras das palavras, cada uma em sua hora, seu lugar. À primeira vista, tímida. Mais tarde, risonha, sapeca, piadista e bêbeda.
Forte de corpo e de alma, de voz e atitude. Fala sonsa, quase morta, quase caída, olhar seco, curto, pequeno. Sorriso incandescente estendido no rosto. Um sorriso que desmorona, sara, apaixona e arde. Arde feio, feito coisas que acontecem sem acontecer. Feito poemas criados na solidão de uma noite. Feito suicídios arquitetados na precipitação de um dia.
Passe novamente com seus longos cabelos formado de anéis. Passe com o seu perfume de flor amadurecida. Passe com a sua vida de menina, com o seu corpo de mulher. Passe por entre os caminhos que eu vejo. Passe por entre as pessoas que conheço. Passe com a verdade que estampa seu olhar, que lava suas mãos, que a faz tão realmente linda.
Passe com a sua altura mediana, seu corpo proporcionalmente perfeito para você, sua boca sobrepujante, seu olhar in fine, seu tudo, que tudo em mim completaria se o deixasse.
Passe novamente com seus longos cabelos formado de anéis, com seu jeito vezes introvertido, vezes engraçado; passe com seu ar esnobe que me fascina.
EU DESCRITO EM UMA ÚNICA PALAVRA BONITA:
Você.
[Por Manuh Almeida]
Cognoscere
Conhecer.
Palavra complexa essa!
Quando podemos verdadeiramente fazer uso desse verbo?
Eu antes acreditava, que conhecer alguém não passava do simples ato de trocar meia dúzia de vocábulos, hoje
percebo que ‘conhecer’ é uma fonte inesgotável de sentidos e aplicações.
Você realmente conhece quem está ao seu lado?
(?)
Sabe dos seus temores, das suas alegrias, seus desejos, sonhos...
Sabe daquilo que o faz tranqüilo, da sua comida favorita, de como coloca o travesseiro entre as pernas para
dormir
De como meche no cabelo para ‘flertar’, como os olhos mudam de cor quando encontram o sentido da
inspiração
Como aquele cheiro de chiclete de morango, com um toque charmoso de cigarro o faz sentir “em casa”
Sabe que ela não consegue concentrar-se em nada, mas ao seu lado todos os devaneios deixam de ser mera
utopia
Conhecer alguém é complexo, porque as pessoas são complexas (por mais simples que elas queiram
transparecer...)!
Quem pode garantir que as palavras que saem da boca ou das pontas dos dedos, realmente são as verdades
implícitas no coração?
Subjetividade
Acredito que a existência humana está intimamente ligada a subjetividade.
E não é ela, a mais fácil das verdades?
Não permitir que alguém entre no seu “eu”, que não participe das suas ânsias (e elas existem?) de vida, isso
sim é o correto.
Quem não te conhece
Não te fere
É impossível ferir quando se desconhece o inimigo, certo?
Errado.
(?)
O que há por detrás dos olhos dele
Como pode você, saber se a sua fantástica jogada de cabelo ou o seu sorriso plástico não o ferem
Então me diz, por que não se permitir?
Por que não deixar que te conheçam (nas mais completas definições que o verbo pode ter)?
O que temes?
Temes?
As interrogações são necessárias para que você possa entender, que também há quem não entenda...
Que não conhece
Que não se conhece
Ser introspectiva é um mistério a ser desvendado, esse é o seu charme.
Admiro isso em você, como admiro os seus cachos amassados quando acorda.
20 anos tornou-se um pouco mais de 20 minutos que te conheço... Só consigo mostrar o sorriso que vejo
A risada
A cicatriz
Os cachos
O aparelho móvel
As unhas negras
...
[Por Biah Cerqueira]
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
... pensamentos malucos e com detalhes...
Ela se deitou meio pensativa...
Durante uma madrugada insone, daquelas onde o teto e seus pensamentos mais malucos são seus melhores companheiros ela pensou, analisou, refletiu.
Decidiu criar prioridades.
Um turbilhão de pensamentos, desejos de mudança, necessidades colocadas à prova.
Revoltas contidas, prestes a entrar em erupção, eram tantas diferenças, ela queria apenas tentar mudar...
Mas tudo parecia não dar certo...
O universo não conspirava a seu favor...
Parecia não se encaixar em um mundo tão frio e cruel, todo composto por máscaras e rótulos.
Interesses subentendidos e felicidades aparentes...
Pretendia encontrar o culpado por tamanha diferença, afinal a culpa tinha que ser de alguém.
Uma angústia lhe tomou o peito, não sabia como se livrar de toda aquela areia movediça, cada vez lhe sugava mais e mais.
Procurava força, mas não tinha coragem... Coragem é o que sempre falta, o comodismo sempre entra em ação e vence essa incansável luta diária!
Tentar mudar? Meras tentativas em vão... Não dependia exclusivamente dela...
Seria mais prático o comodismo, a conformidade chegou...
Deitou e foi dormir o sono dos justos.
Talvez a revolução comece amanhã!
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
... MEROS ENGANOS ...
Ela passou, aquele jeito alegre, simpático, sorridente...
De todos chama a atenção, todos a admiram e a cercam.
Mas não é de todo generalizado.
Em muitos causa um efeito reverso.
“Credoo! Meu santo não bateu com o dela!”
Empatia, simpatia e porque não apatia??
É estranho e comum vários desses ‘sentimentos’ em um determinado momento.
Mesmo que todos sejam nutridos pela mesma pessoa em momentos diferentes e não necessariamente nesta ordem.
O que nos leva a crer, ou definir, ao primeiro olhar que não gostamos de alguém.
Pré-julgamentos, em sua maioria, infundados.
E quem disse que a primeira impressão não é a que fica?
Sábio publicitário, apenas explicitou o que muitos não têm coragem de dizer.
Olhar, julgar, ver, conhecer e descrever, desconsiderar o erro, pedir desculpas e admirar.
Assim... Nesta ordem, mas as desculpas às vezes nem chegam...
Depois tudo passa por um processo de conhecimento mútuo, e desconsiderações...
“Sabe... eu não gostava muito de você... mas você é legal!”
Meros enganos! Ou infelizes.
Deixar de fazer, de conhecer, sentir, ouvir apenas por um pré-qualquer coisa.
=]
Assinar:
Postagens (Atom)